DISCURSO DIRECTO

06 outubro, 2008

As Listas

Amanhã realizam-se as eleições para os órgãos locais do PSD/Azambuja.

Aqui ficam as respectivas listas de candidatura:

COMISSÃO POLÍTICA
Presidente: Conceição Maurício
Vice-Presidentes: Eduardo Alves, Rui Lopes
Tesoureiro: Marçal Pereira
Vogais: Celeste Ferreira, Fernando Pereira, Filipe Mota, Jorge Fernandes, Jorge Pires da Silva, José Carlos Bolas, José Carlos Valente, Luísa Martins, Madalena Tavares, Manuela Firmino, Natércia Serranito, Paulo Canilho

MESA DA ASSEMBLEIA DE SECÇÃO
Presidente: José Paulo Pereira
Vice-Presidente: Jorge Fazendas
Secretários: Sílvia Sebastião, Valentim Ferreira

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23 setembro, 2008

A Convocatória

Ontem recebi a convocatória das eleições para os órgãos do PSD/Azambuja.


Como não quero repetir o que já escrevi aqui e aqui, limito-me a registar dois factos:


  • Na carta enviada aos militantes não existe uma única linha que explique as razões porque o PSD/Azambuja vai novamente a votos, tanto mais que a última Comissão Política foi eleita há pouco mais de um ano.

  • A carta/convocatória não foi assinada pelo Presidente da Mesa da Assembleia de Militantes, António José Matos. Ora, quanto mais não fosse por uma questão de lisura e até de educação, julgo que os militantes social-democratas deveriam ter recebido uma carta com a assinatura do seu autor – como, aliás, sempre aconteceu.

Como diria o Diácono Remédios, não havia necessidade…

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02 julho, 2008

A trapalhada continua...

Há entrevistas que devem ser lidas, analisadas, arquivadas e depois recordadas.

É o caso da entrevista que o presidente da Assembleia de Militantes do PSD/Azambuja, António José Matos, deu ao Fundamental do mês passado.

Não porque o entrevistado tenha denunciado com inteligência os sucessivos erros da gestão de Joaquim Ramos ou porque tenha apresentado soluções para enfrentar os constrangimentos que se colocam ao progresso do Concelho de Azambuja.

Como se sabe, a entrevista apenas incidiu sobre a actual crise interna do PSD/Azambuja.

Mas, a entrevista merece ser recordada porque confirmou a ligeireza com que A.J.Matos exerce as funções de presidente da Assembleia de Militantes – órgão máximo da estrutura local do Partido – e a superficialidade com que encara a crise política mais grave do PSD/Azambuja dos últimos 20 anos.

Por hoje não me vou deter na superficialidade. Fico tão-só pela ligeireza.

Na mencionada entrevista, A.J.Matos declara o seguinte:

- «Vou deixar passar o congresso e logo de seguida marco eleições para a comissão política.»

- «Não [há] comissão política (…)»

Ora, o Congresso de Guimarães realizou-se nos dias 20, 21 e 22 de Junho. E, depois disso, o Povo Livre já publicou as convocatórias para a realização de diversos actos eleitorais nas Secções de Santarém e Torres Vedras, que terão lugar, respectivamente, nos dias 26 de Julho e 5 de Setembro.

A convocatória para a eleição da nova Comissão Política do PSD/Azambuja nem vê-la. Era para ser «logo de seguida»!...

Ou seja, a crise interna que está em curso desde finais de Abril apenas será resolvida (?) para meados de Setembro. Digo Setembro, porque não acredito em eleições durante o mês de Agosto. Mas, também não acredito em bruxas, pero que las hay hay…

Aliás, soube agora, A.J.Matos até tentou marcar o acto eleitoral para o corrente mês de Julho. Mas, a Secretaria-Geral do PSD terá impedido a publicação da convocatória porque, afinal, a Comissão Política ainda tem quórum e não caiu (como alertei aqui).

Ou seja, na entrevista que deu ao Fundamental, A.J.Matos passou a certidão de óbito à Comissão Política, mas esta ainda está estatutariamente viva!

Agora, parece que andam num corropio para “sacar” as demissões que são precisas para provocar a queda da Comissão Política e dessa forma conseguirem marcar as eleições publicamente anunciadas…

Mas, será que já ninguém pensa antes de falar para os jornais?
Será que o presidente do órgão máximo do PSD/Azambuja não sabe que tinha a obrigação de tratar deste assunto com recato e com a situação estatutária e regulamentar devidamente resolvida?
Será que já ninguém com responsabilidades dirigentes no PSD/Azambuja lê os Estatutos e Regulamentos do Partido?
Será que já ninguém põe competência e brio naquilo que faz?

É trapalhada a mais!
Aliás, como tem sido todo o mandato do presidente da Assembleia de Militantes.
Ou são as convocatórias que não têm horas (como escrevi aqui e aqui).
Ou é a Assembleia de Militantes que não reúne nos termos estatutários (como já escrevi aqui).
Ou são as convocatórias que não são enviadas aos militantes.
Ou então são enviadas tarde e a más horas e só chegam no próprio dia da Assembleia.
Ou é a confusão sempre que há actos eleitorais, ora porque é aqui, ora porque é acolá.
Ou é a intervenção constante dos órgãos jurisdicionais do Partido para impedir que as eleições decorram na casa do presidente da Assembleia de Militantes.
Ou é a utilização de correio oficial do PSD/Azambuja para o presidente da Assembleia criticar sucessivamente outros militantes do Partido.
Etc. Etc. Etc.

Uma pequena nota sobre a Comissão Política: ela não deixou de existir porque A.J.Matos decretou publicamente o seu óbito. A Comissão Política não existe desde que foi eleita! – com o apoio empenhado do próprio A.J.Matos…

A terminar.

Já sei que não irão faltar alguns apaniguados da situação para começarem a “disparar” sobre mim por causa deste post.

Paciência.
Mas, que o rei vai nu, vai!

Além de que, de uma vez por todas, esses apaniguados da situação têm de perceber que o PSD é uma organização política com regras e que tem de estar ao serviço do Concelho de Azambuja. Não é uma tasca porreira para beber uns copos com os amigos.

Os nossos militantes e eleitores não merecem aquilo que estão a fazer ao PSD/Azambuja.

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06 junho, 2008

Um erro a corrigir

Quando Luis Leandro, presidente da estrutura local do PSD, tornou pública a sua desfiliação partidária, antevi aqui que “esta decisão vai provocar um novo acto eleitoral para a Comissão Política do PSD/Azambuja, a pouco mais de um ano das próximas eleições autárquicas”.

Entretanto, o presidente da Assembleia de Militantes, António José Matos, deu uma entrevista ao Fundamental para falar da actual crise interna do PSD/Azambuja.

Para o que agora interessa, destaco as seguintes palavras de A.J.Matos:

- «[Luis Leandro] considerou que este partido [PSD] já não tinha os pressupostos que estavam reunidos quando ele aderiu ao partido. Como tal saiu.»

- «Vou deixar passar o Congresso e logo de seguida marco eleições para a Comissão Política.”

Estas declarações de A.J.Matos confirmam a ruptura definitiva de Luis Leandro com o PSD e a convocação de novo acto eleitoral para a direcção política local.

Posto isto, algumas linhas para reflexão.

Considero normal que alguém saia de uma organização quando já não se identifica com os objectivos prosseguidos e/ou os métodos utilizados por tal organização.

Considero aceitável que sejam marcadas novas eleições para a Comissão Política porque o seu presidente se demitiu e rompeu os laços que ainda mantinha com o PSD, apesar de não existir qualquer norma estatutária ou regulamentar que imponha tal acto eleitoral, pois a Comissão Política (segundo sei) ainda mantém o quórum e não caiu.

Mas, já não acho normal, nem aceitável, o facto dos militantes do PSD/Azambuja ainda não terem sido formalmente informados de todas as causas e consequências desta crise interna.

E deveriam tê-lo sido em tempo e pelas vias normais (comunicação escrita e Assembleia de Militantes), tanto mais que poucos são os militantes que têm e-mail e apenas alguns “passam os olhos” pelos blogs e jornais da terra.

Sinceramente, espero que este erro seja rapidamente corrigido, até porque é direito dos militantes do PSD ter conhecimento cabal sobre os vários aspectos da vida interna do Partido.

Ou será que os militantes já só servem para ir votar quando dá jeito?

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10 maio, 2008

PSD/Azambuja

Não escrevo sobre a vida interna do PSD/Azambuja há cerca de um ano.

E apenas interrompo o “jejum” que me impus porque o actual presidente da Comissão Política, Luis Leandro, tornou ontem pública a sua decisão de se desfiliar do PSD, salvaguardando que – e cito – “Não me desfilio por causa da saída do actual presidente do PSD, nem me desfilio por quaisquer razões relacionadas com o nosso PSD/Azambuja”.

Não me vou deter nas razões da decisão – com as quais, aliás, não concordo.

Limito-me a registar que esta decisão vai provocar um novo acto eleitoral para a Comissão Política do PSD/Azambuja, a pouco mais de um ano das próximas eleições autárquicas.

E tal deve constituir uma oportunidade para que a estrutura local do PSD se reencontre com os seus militantes e recupere a capacidade de combate político à actual gestão municipal.

Pela minha parte, e antes que (re)comecem as especulações, reafirmo o que disse na Assembleia de Militantes do passado dia 28 de Fevereiro: não sou candidato à presidência da Comissão Política do PSD/Azambuja.

É tempo do nosso PSD ser assumido por novas caras e executar novas estratégias.


Nota:
Segundo consta, além do Luis Leandro, há outros militantes do PSD/Azambuja que vão desvincular-se do Partido.

Assim, não posso deixar de sugerir a (re)leitura do post 20 anos [clique aqui], tanto mais que continuo a acreditar que o projecto político do PSD é aquele que melhor serve os interesses dos nossos concidadãos.

E já agora, respondendo pela primeira vez aos cépticos que por aí pululam, ao longo destes mais de 20 anos nunca vivi da Política, nem nunca recebi um único tostão ou cêntimo do PSD!

Quem corre por gosto não cansa.

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28 novembro, 2007

É A HORA!

O prometido é devido.

Por isso, aqui ficam algumas “notas” sobre a forma como o PSD/Azambuja pode “agarrar” na evidente e escandalosa falta de investimento do Governo socialista no Concelho de Azambuja.

Toda a acção política a desenvolver tem de estar sustentada em duas premissas essenciais. A saber:

- O PSD/Azambuja não deve agir por mero tacticismo político, mas para defender os superiores interesses do nosso Concelho;
- O PSD/Azambuja deve afirmar-se como a única e verdadeira alternativa política à actual gestão socialista.

Assim, e no tocante à questão do PIDDAC para 2008, o PSD tem a obrigação de denunciar com firmeza a inexistência de investimento público, elencando as áreas que carecem desse investimento e as consequências que daí derivam para as condições de vida da população.

Consequentemente, ao PSD local cabe divulgar 3/4 projectos que deveriam ter merecido um enquadramento ao nível do Orçamento de Estado e do PIDDAC. E deve fazê-lo com responsabilidade – isto é, depois de definir tais projectos, o PSD tudo deve fazer para que os mesmos possam ser considerados em futuros OE’s, sejam eles apresentados pelo actual governo socialista ou por um futuro governo liderado por Luís Filipe Menezes.

Tal já foi feito no passado. E com sucesso! Recordo, a título de exemplo, a construção do novo Centro de Saúde em Azambuja e a remodelação da Escola Básica de Manique do Intendente.

Por outro lado, e agora do ponto de vista da “gestão política” imediata, o PSD/Azambuja tem a obrigação de defender o bom legado dos governos social-democratas e contrapô-lo ao desastre governativo dos Engenheiros Guterres e Sócrates, exigindo, em simultâneo, que o presidente da Câmara de Azambuja, Joaquim Ramos, assuma as suas responsabilidades políticas.

De facto, se o Governo do Eng.º Sócrates não investe no nosso Concelho tal apenas resulta de dois motivos: ou a Câmara de Azambuja não entregou projectos na Administração Central ou então o ainda presidente da Câmara não teve peso político para que aqueles tivessem “merecido” cabimento no Orçamento de Estado.

Não existem outras razões. Afinal, o Eng.º Sócrates e o Dr. Ramos são camaradas do mesmo partido político. Falam a mesma linguagem. Contudo, o Concelho de Azambuja não tem tido qualquer ganho com essa identidade e comunhão partidárias. E se assim é, então é tempo de mudar de maioria camarária.

Por isso, o PSD/Azambuja tem o dever de liderar o debate político sobre o OE e o PIDDAC’2008.

E deve fazê-lo através de todos os (parcos) meios que dispõe.
Na Câmara e na Assembleia Municipal, com declarações políticas devidamente sustentadas e politicamente clarificadoras.
Na comunicação social, nomeadamente, através de artigos de opinião dos principais dirigentes locais e autarcas social-democratas.
Na rua, junto da população, por via de um comunicado que dê a conhecer os números do investimento público previsto e realizado nos últimos 20 anos.

AGIR, INTERVIR, LIDERAR!

É isso que os militantes e simpatizantes do PSD querem.
É isso que os eleitores reclamam.
É isso que o Concelho de Azambuja merece!

É A HORA!

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21 outubro, 2007

20 anos

Faz hoje 20 anos que me filiei no Partido Social Democrata.

Apesar da minha ligação ao PSD e à JSD se ter iniciado antes de 21/10/1987, não quero deixar de assinalar esta data, porque é aquela que consta do ficheiro nacional de militantes.

E faço-o com muito orgulho!

Ao longo destes 20 anos, tive a oportunidade e a alegria de servir a JSD e o PSD nas mais diversas estruturas e instâncias, sempre com o exclusivo propósito de contribuir para a afirmação do ideário social-democrata, pois sempre acreditei – e continuo a acreditar! – que o projecto político do PSD é aquele que melhor serve os interesses dos nossos concidadãos.

Mas, este post ficaria incompleto se aqui não fizesse uma referência a três social-democratas que, além de me honrarem com a sua profunda amizade, sempre me transmitiram ao longo de todos estes anos um rígido conjunto de valores éticos e políticos, pelos quais pauto e continuarei a pautar a minha intervenção político-partidária.

Refiro-me ao Armando Vaz Antunes, ao António Lança e ao Leonel Santa Rita.

Infelizmente para o PSD, em particular para a Secção de Azambuja, apenas o Santa Rita continua no “activo”.

O Dr. Vaz Antunes afastou-se das lides partidárias na sequência da crise interna que varreu o PSD/Azambuja entre 1994/96. Nunca mais regressou. Com este afastamento o PSD/Azambuja ficou mais pobre. Sei do que falo, pois continuo a merecer os seus sábios conselhos e a sua avisada opinião.

O António Lança viu a sua inscrição como militante do PSD anulada, depois de uma denúncia cobarde ao Conselho de Jurisdição Nacional, que foi feita na sequência do processo eleitoral autárquico de 2005. O mandante de tal denúncia deveria corar de vergonha por ter posto em causa a militância sempre abnegada e solidária do António Lança. Na verdade, essa denúncia apenas foi o prólogo do ambiente de “cortar-cabeças” que se instalou no PSD/Azambuja…

Quanto ao Santa Rita ainda anda por cá. Continua na luta. Lamentavelmente, poucos são aqueles que escutam aquilo que diz. Alguns “rapazolas” mais atrevidos até escarnecem das suas intervenções. É pena. Se o ouvissem, talvez aprendessem alguma coisa. Talvez um dia até poderiam compreender porque há militantes social-democratas que, depois de mais de duas décadas de intervenção político-partidária, com derrotas e vitórias, continuam a ser ferrenhos e não conhecem a palavra “desistência”.

“Sempre coerentes, cada vez mais determinados” (Francisco Sá Carneiro).

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19 setembro, 2007

Confiança


Luis Filipe Menezes regressa hoje à Azambuja para um convívio com militantes.

Num curto espaço de dois anos, esta é a terceira deslocação de Menezes ao Concelho de Azambuja. A primeira, na pré-campanha para as Autárquicas’2005. A segunda, em Abril passado quando foi o orador principal no Colóquio "Ganhar uma Autarquia, Modernizar um Concelho". Agora, no âmbito da sua campanha para líder do PSD.

Além de Manuela Ferreira Leite, nunca houve um dirigente do PSD que tivesse demonstrado tanta disponibilidade para vir à Azambuja.

É sinal de que Menezes confia nos militantes do PSD/Azambuja.

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21 junho, 2007

A carta de Fazendas

No dia em que foi publicada a convocatória das eleições para a Comissão Política do PSD/Azambuja, chegou à casa dos militantes social-democratas uma carta de Jorge Fazendas.

No texto que enviou, Fazendas tece críticas à actual liderança e diz que «o PSD da Azambuja precisa de um “tratamento de choque”: trabalho, trabalho e mais trabalho!».

A frase mais inspirada da carta em causa encontra-se no primeiro parágrafo, que cito: «O PSD da Azambuja está muito doente. Ainda respira, mas já não se mexe e a sua voz quase que não se ouve».

Pelos vistos, temos mesmo candidato à Comissão Política do PSD/Azambuja…

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14 junho, 2007

Novidades no PSD/Azambuja

Recebi um mail do secretário-geral do PSD/Azambuja, Pedro Coelho, no qual este peremptoriamente afirma que não vai integrar a (re)candidatura protagonizada pelo actual presidente da Comissão Política, Luís Leandro.

Ora, Pedro Coelho é o n.º 3 da Comissão Política demissionária, sendo o “braço-esquerdo” de Leandro.

No texto que enviou, Pedro Coelho declara-se ainda disponível para participar noutro projecto, diferente do que será assumido pelo seu ainda presidente.

Assim, esta posição do secretário-geral do PSD/Azambuja tem um relevante significado político, que até poderá dar um novo alento às candidaturas pré-anunciadas de Jorge Fazendas e Milton Almeida.

A acompanhar.

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31 maio, 2007

Estado Velho

Na última Assembleia de Secção do PSD/Azambuja, Luís Leandro comunicou que iria propor à Comissão Política a sua demissão, abrindo assim caminho para a convocação de eleições antecipadas nesta estrutura do PSD.

O blog Estado Velho, com um estilo sarcástico, tem vindo a dar algum destaque às alegadas movimentações que percorrem o bas-fond social-democrata, algumas das quais - em abono da verdade - parecem ser demasiado rocambolescas…

Mas, no meio de tanto “ruído”, até pode ser que alguma coisa tenha correspondência com a realidade… A ver vamos como diz o cego.

Definitivamente, Estado Velho é um blog a visitar.

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11 maio, 2007

Em frente!

A propósito do post STOP!, publicado no dia 2 de Maio, quero registar o seguinte:

De acordo com a edição de ontem do Povo Livre, a Assembleia de Secção do PSD/Azambuja vai reunir no próximo dia 18 de Maio (sexta-feira), no Auditório do Páteo Valverde (Azambuja), com a seguinte

ORDEM DE TRABALHOS
1. Análise da situação política
2. Informações

Entretanto, também recebi a convocatória para a Assembleia Distrital da AML do PSD, que se vai realizar no dia 21 de Maio (2.ª feira), pelas 21 horas, no Fórum Lisboa, com a seguinte

ORDEM DE TRABALHOS
1. Análise da situação política
2. Apresentação e votação do Relatório e Contas do exercício do ano de 2006

Notas:
1 – Como já sucedeu no
passado, mais uma vez, a convocatória para a Assembleia de Secção do PSD/Azambuja, publicada no Povo Livre, não faz qualquer referência ao horário da mesma. É azar da Secção de Azambuja? Ou existe qualquer outra razão desconhecida para o comum dos militantes?

2 – Nota positiva para os serviços da Distrital de Lisboa: pela primeira vez, em muitos anos, a convocatória foi expedida e chegou a casa dos delegados a tempo e horas. Assim é que é!

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02 maio, 2007

STOP!

Artigo 39.º
(Reuniões)
A Assembleia Distrital reúne ordinariamente de três em três meses e, em sessão extraordinária, a requerimento do Conselho Nacional, da Comissão Política Nacional, da Comissão Política Distrital, ou de um terço dos seus membros.

A última reunião da Assembleia Distrital do PSD/Lisboa teve lugar no dia 20 de Dezembro de 2006.


Artigo 51.º
(Reuniões)
A Assembleia de Secção reúne de três em três meses e, em sessão extraordinária, a requerimento de qualquer órgão nacional ou distrital, da Comissão Política da Secção ou de um mínimo de um décimo dos militantes inscritos na Secção.

A última vez que a Assembleia de Secção do PSD/Azambuja reuniu foi em 26 de Janeiro de 2007.


Será que já ninguém lê os Estatutos do PSD?
Será que já ninguém respeita os Estatutos do PSD?

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20 abril, 2007

Menezes em Azambuja


Luis Filipe Menezes é o orador principal do Colóquio
"Ganhar uma Autarquia,
Modernizar um Concelho"
que se realiza hoje, pelas 21.30 horas,
no Auditório Pátio do Valverde, em Azambuja.

Para participar, com expectativa e interesse.

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01 fevereiro, 2007

O regresso?

Francisco João Silva abandonou a actividade político e partidária há cerca de 11 anos.

Antes de ter tomado tal decisão, FJS liderou durante anos a fio o PSD/Azambuja, assumiu várias responsabilidades autárquicas e foi eleito deputado à Assembleia da República em 1987 e 1991.

De há 11 anos a esta parte, FJS apostou numa bem sucedida carreira profissional (designadamente, no sector financeiro e cooperativo), fez um silêncio sepulcral quanto à vida interna do PSD/Azambuja e às dificuldades do Concelho de Azambuja e, por último, esteve ausente das acções e iniciativas da estrutura local do PSD.

Nestes 11 anos, FJS apenas participou em duas acções do PSD/Azambuja: no almoço-convívio da campanha autárquica de Pedro Lynce (em 9 de Dezembro de 2001) e na primeira Assembleia de Militantes que teve lugar após essas eleições autárquicas (em 29 de Janeiro de 2002). Em ambas as situações, FJS manteve o silêncio. Nem uma palavra sobre o PSD ou o Concelho de Azambuja.

Finalmente, FJS resolveu interromper este já longo silêncio. A última edição do Correio de Azambuja publica uma entrevista na qual FJS faz uma breve análise aos desafios que se colocam ao nosso Concelho.

É comum dizer-se que o “bichinho da política” nunca morre, quanto muito pode adormecer.

Ora, FJS é um político dos “sete costados”.

E nesta perspectiva, o quebrar do silêncio (ou o “acordar do bichinho”) pode significar a disponibilidade de FJS para regressar à vida política e autárquica.

Se assim for, não tenho dúvidas de que podem estar criadas as condições para o PSD e o Concelho de Azambuja conquistarem novas e interessantes oportunidades.

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24 janeiro, 2007

Já sei as horas!!!

A propósito do post anterior, o Povo Livre já rectificou a convocatória em causa.

Assim, já fiquei a saber que a Assembleia de Militantes do PSD/Azambuja reúne a partir das 21 horas.

E ainda há quem diga que os blogs não são lidos…

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Horas, se faz favor...

Segundo convocatória publicada no Povo Livre (que reproduzo em nota), a Assembleia de Militantes do PSD/Azambuja reúne esta 6.ª feira, na Junta de Freguesia de Manique do Intendente, a partir das... pois, não sei – a convocatória publicada no PL não especifica qualquer horário!?...

Alguém sabe dizer-me a que horas começa a Assembleia? É que não quero chegar atrasado...

Nota:
AZAMBUJA [17-01-2007]
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais do PSD, convoco a Assembleia de Militantes da Secção Concelhia de Azambuja para reunir no próximo dia 26 de Janeiro (sexta-feira), na Junta de Freguesia de Manique do Intendente, em Manique do Intendente, com a seguinte
ORDEM DE TRABALHOS
1. Discussão e votação do Relatório e Contas relativo ao ano de 2006
2. Análise da situação política
3. Informações

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08 novembro, 2006

Há 8 anos

Num tempo em que o referendo local ao “negócio das águas” foi chumbado e a nova proposta de referendo sobre o aborto está a ser analisada pelo Tribunal Constitucional, quero aqui recordar que faz hoje 8 anos que o Povo Português rejeitou, em referendo, a “Regionalização” do Eng.º Guterres.

Também no Concelho de Azambuja a “Regionalização” do Eng.º Guterres foi rejeitada: o Não mereceu 57% dos votos e o Sim recolheu 43%.

O Sim apenas foi maioritário nas freguesias de Manique do Intendente e da Maçussa, respectivamente, com 55% e 51% dos votos.

Por seu turno, o Não foi arrasador nas restantes 7 freguesias, nalguns casos com votações acima dos 60%, como sucedeu nas freguesias de Alcoentre (61%), Aveiras de Cima (63%) e Vila Nova de São Pedro (68%).

Oito anos passados, quero também recordar o entusiasmo, a alegria e o dinamismo dessa campanha eleitoral, que mobilizou muitos e muitos jovens, como aliás as fotos testemunham.

Valeu a pena!


A "malta" da JSD/Azambuja a fazer as bandeirolas do Não

Hugo Caldeira (actual "vice" do PSD/Azambuja) a preparar as bandeirolas para "forrar" a vila de Azambuja

Nas Quebradas: Miguel Oliveira, Hugo Caldeira, Milton Almeida e Sérgio Amaral

Uma campanha eleitoral de contacto directo com as pessoas

O descanso dos "guerreiros" na Maçussa

A direcção de Campanha: Hugo Caldeira, Eurico Augusto, Isabel Laureano e António Jorge Lopes

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03 novembro, 2006

Afinal, quem tem medo do Povo?

A Assembleia Municipal de Azambuja reuniu ontem.

E a maioria socialista chumbou, sem apelo nem agravo, a proposta de realização do referendo local sobre o polémico “negócio das águas”.

Com esta decisão da maioria socialista, os cidadãos do Concelho de Azambuja foram impedidos de se pronunciar sobre tal negócio, não obstante as milhares de assinaturas que foram apresentadas a reclamar o referendo!

Assim, ontem à noite, os socialistas perderam uma grande oportunidade para demonstrar que não têm medo da voz do Povo e revelaram falta de maturidade democrática.

Uma última nota. Registo que, mais uma vez, o líder do PSD/Azambuja, Luis Leandro, teve uma grande prestação “parlamentar”, tendo dominado as intervenções políticas, bem como as figuras regimentais e processuais, o que causou grandes embaraços e confusões na Mesa e na maioria socialistas. De facto, o “rapaz” tem jeito para a coisa...

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21 outubro, 2006

Troca-tintas!!!

O único eleito do PSD na Assembleia de Freguesia de Aveiras de Cima participou hoje no "Encontro Anual de Militantes, Simpatizantes e Autarcas do PS/Azambuja".

Ou seja, um ano volvido sobre as últimas eleições autárquicas e Pedro Vieira (ou Pedro Caramelo, como é conhecido e gosta de ser chamado) volta a participar publicamente numa iniciativa do Partido Socialista, do qual, segundo sei, nunca se chegou a desfiliar.

Quando soube que o Pedro Caramelo esteve esta tarde com os seus camaradas de sempre, recordei-me logo quão “esquisito” tinha sido o seu processo de “escolha” para candidato a presidente da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima e quão acertada foi a minha reacção inicial.

Ao tempo (Fevereiro de 2005), exercia as funções de presidente da Comissão Política do PSD/Azambuja, órgão que tem a competência para escolher os vários candidatos autárquicos.

E, nessa altura, ainda não havia qualquer nome escolhido para a Junta de Freguesia de Aveiras de Cima...

Foi, pois, com muita surpresa que li, em 25 de Fevereiro de 2005, a seguinte notícia: “Depois é o António Matos que no PSD se assume como candidato às Autárquicas de 2005. Mas já arrasta gente para a mudança. É o caso de Aveiras de Cima, onde o jovem Pedro Vieira vai mesmo enfrentar Justino Oliveira” (vd. Correio de Azambuja, edição Fevereiro/2005).

Decidi então convocar, de imediato, a Comissão Política a que presidia para reunir na noite seguinte, tanto mais que a “notícia” tinha todas as características de ter sido “plantada”. Os membros da Comissão Política ficaram estarrecidos com o teor de tal “notícia”, até porque o Pedro Caramelo era um militante socialista empenhado e em franca ascensão partidária.

Contudo, e porque sabíamos que o convite para a sua candidatura só poderia ter partido do nosso candidato à presidência da Câmara, António José Matos, decidimos que não deveríamos tomar qualquer deliberação (fosse de aprovação ou de rejeição). Se tivesse existido tal votação, a candidatura do Pedro Caramelo tinha sido chumbada e isso teria provocado (na altura, era essa a nossa opinião) danos irreparáveis no processo autárquico que estava a ser conduzido pelo António José Matos.

Na verdade, este foi apenas um episódio de uma candidatura que foi a todos os títulos muito original, que só comprovou o velho adágio popular de que “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”.

Bem, regressemos ao presente...

O Pedro Caramelo apresentou-se ao eleitorado com o símbolo, a bandeira e o projecto político do PSD.

Ao continuar a ser militante do PS e ao ter participado na iniciativa deste sábado, este autarca eleito nas listas do PSD renegou em definitivo o projecto político pelo qual se candidatou à Freguesia de Aveiras de Cima.

Assim, e se ainda não o fez, Pedro Caramelo deve renunciar de imediato às funções que exerce na Assembleia de Freguesia, nomeadamente, porque traiu a confiança dos eleitores que nele votaram e quebrou a solidariedade política a que estava vinculado para com o partido pelo qual foi eleito.

É da mais elementar ética e seriedade política que Pedro Caramelo renuncie ao seu mandato de autarca, permitindo assim ao PSD ter outro representante seu na Assembleia de Freguesia de Aveiras de Cima.

Na triste hipótese do Pedro Caramelo não renunciar ao seu mandato, então cabe à Comissão Política do PSD/Azambuja actuar e retirar-lhe a confiança política.

Como é óbvio, se nada disto acontecer até à próxima Assembleia do PSD/Azambuja (que reúne, curiosamente, em Aveiras de Cima), é certo e sabido que um dos temas quentes desta reunião será o “amargo de boca” que este Caramelo provocou ao PSD...


Notas:
1) Confesso que estou arrependido de não termos rejeitado a candidatura do Pedro Caramelo. Tal teria evitado, certamente, outros erros que depois se cometeram... Mas, enfim, como diz o meu amigo Pedro Lynce, “não é possível comparar realidades estáticas com realidades dinâmicas”.

2) Na foto, Pedro Caramelo aparece ladeado pelo secretário-geral adjunto do PSD, Roque da Cunha, e pelo candidato do PSD à Câmara de Azambuja, António José Matos. Como se vê, a sua candidatura foi uma candidatura do PSD.

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